Partido Patria Livre

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06 Julho 2017

Lançamento do livro "Os crimes do cartel do bilhão contra o Brasil", de Carlos Lopes, no Sindicato Estadual dos Jornalistas do Estado de São Paulo

O Lançamento do livro aconteceu no Sindicato Estadual dos Jornalistas do Estado de São Paulo. Carlos Lopes apresentou sua obra e também realizou uma palestra sobre o tema "Monopólio, Sobrepreços e Corrupção. Confira as fotos do evento."


(…) monopólios privados são, necessariamente, empresas financeiras. Por sua própria natureza – se assim podemos nos expressar – eles acabam, sempre, funcionando como bancos que submetem empresas produtivas. Não é preciso dizer o que isso significa para um país que precisa crescer como o Brasil, e está freado pela especulação financeira. Sem crescimento, é cinismo falar em "promoção social", ou lá o que seja de "social".

Pois o monopólio privado é, por definição, antissocial. Portanto, a Lava Jato e a débàcle de alguns recém-aparecidos dinossauros monopolistas são novas muito positivas para a nação e o povo brasileiro.

Trecho do prefácio do livro "Os crimes do cartel do bilhão contra o Brasil"

De Carlos Lopes

Adquira o Livro: "Os crimes do cartel do bilhão contra o Brasil - O esquema que assaltou a Petrobrás"

 

Artigo publicado no jornal Guarulhos Hoje. 5 de julho de 2017.

O desafio dos partidos, José Pereira dos Santos - Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região.

José Pereira dos Santos Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região e secretário nacional de Formação Sindical da Força Sindical

Os partidos vivem uma fase difícil, aqui e em quase todo o mundo. Na verdade, os partidos vivem um momento de transição entre o sistema atual corroído e uma nova forma política, que todo mundo apoia, mas ninguém sabe direito como deve ser.

De todo modo, a crise no sistema partidário nos impõe desafios. Penso que nossa primeira tarefa é evitar criminalizar a política. Ao contrário. Temos de mostrar que a crise atual decorre em muito do enfraquecimento da política, do descrédito partidário e da falta de renovação das lideranças.

Outro problema grave dos partidos é a ausência de programas. Sem um programa que guie as direções e oriente as bases, o partido vira um ajuntamento e um arranjo para fins meramente eleitorais. Ou seja, vira balcão de negócios.

Mas não basta apenas um programa do partido. As organizações políticas precisam demonstrar compromisso com a coletividade e o futuro do País. Portanto, têm o dever de construir um projeto nacional e discutir com a sociedade as formas de colocar em prática as diretrizes partidárias e programáticas.

Digo tudo isso porque, no último sábado (1º), eu e um grupo de trabalhistas nos filiamos ao PPL - Partido Pátria Livre. Fizemos essa opção por entender que a agremiação tem clareza sobre o papel histórico do trabalhismo e a importância de se colocar no centro da estratégia política a defesa do interesse nacional.

Ao lado de João Vicente Goulart, dona Maria Teresa Goulart, Vivaldo Barbosa e outras importantes figuras nacionalistas, reafirmei meu compromisso com um projeto de desenvolvimento nacional, a nossa soberania e a justa distribuição de renda. Sob inspiração do presidente Jango, reafirmamos ali o compromisso de resgatar as reformas de base, derrotadas em 1964 por um golpe de Estado do grande capital.

Desde menino, sempre gostei da política. Ainda na clandestinidade, militei no Partido Comunista Brasileiro, o Partidão. O último partido ao qual me liguei foi o PDT, fundado pelo saudoso Leonel Brizola. Ao longo de minha vida, sempre procurei atuar em partidos progressistas, comprometidos com as liberdades democráticas e a justiça social.

Agora, no PPL, espero debater política, estimular a participação político-partidária e valorizar os princípios democráticos. Mas espero, acima de tudo, ajudar a construir projetos úteis aos trabalhadores e voltados ao interesse maior da Nação brasileira.

José Pereira dos Santos
Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Guarulhos e Região
e secretário nacional de Formação Sindical da Força Sindical
E-mail: pereira@metalurgico.org.br
Facebook: www.facebook.com/PereiraMetalurgico
Blog: www.pereirametalurgico.blogspot.com.br

 

01 Junho 2017

Ato de filiação de João Vicente Goulart ao PPL realizado na Assembleia Legislativa de SP

Ato de filiação de João Vicente Goulart ao PPL , na Assembleia Legislativa de SP

Com a presença de Dona Maria Thereza, o evento aconteceu no dia 1º de Julho, sábado, 10h

O escritor e filósofo João Vicente Goulart, filho do ex-presidente João Goulart, o Jango, deposto pelo golpe de 1964, vai se filiar ao Partido Pátria Livre (PPL) em cerimônia no dia 1º de julho (sábado), na capital paulista. O evento será no Auditório Franco Montoro, da Assembleia Legislativa de São Paulo, às 10 horas.

Em artigo no site do Instituto Presidente João Goulart, instituição que criou com o objetivo de estimular a pesquisa histórica e reflexão sobre o processo político brasileiro, João Vicente diz ter escolhido sua nova sigla, "como um instrumento de luta de transformação nacionalista para o Brasil, nesta nova etapa de minha vida, pelo seu programa e pelo seu exemplo de luta na resistência à ditadura".

"O Partido Pátria Livre é um instrumento de luta, formador e valorizador dos quadros nacionalistas, trabalhistas, socialistas e humanitários", destacou. Ele explica que seu ingresso no partido é "a oportunidade de restabelecer com dignidade a luta nacionalista por um Brasil mais brasileiro, menos espoliativo e com melhor distribuição de riquezas".

"Somos um partido que ainda não temos deputados ou senadores no Congresso Nacional, somos um partido sem compromisso com a velha política, queremos uma transformação de nossa sociedade com reformas estruturais na economia, nos meios de produção, nas relações midiáticas, no controle de capital estrangeiro, na nacionalização de nossas riquezas estratégicas, do nosso subsolo, da Amazônia e da Amazônia azul", enfatizou.

João Vicente avalia que a retomada da soberania ocorrerá através da participação efetiva do povo, via democracia participativa, com os sindicatos nas relações entre capital e trabalho, com conselhos governamentais de políticas públicas, com a atuação dos movimentos sociais na participação democrática de produção e gestão dos recursos públicos, com a transparência que exige o patrimônio público, com o respeito à autoridade que emana do povo.

"Não acredito que o mercado dará chance a uma educação pública e gratuita para todas as crianças e jovens brasileiras, mediante a privatização da educação básica. Não acredito que a saúde publica possa ser por seguros médicos privados populares e ou por administrações de OS’s, que nada mais são que terceirizações da administração com recursos públicos. Não acredito que o desenvolvimento da ciência e tecnologia ficará em mãos da Nação, enquanto o lucro prioriza nossa indústria química e farmacêutica com patentes estrangeiras extraídas de nossa biodiversidade", assinalou.

"Tenho hoje, meus amigos, a certeza que ainda me restam anos de luta pela democracia, pela justiça social e pelos direitos humanos do povo brasileiro, tendo forças ainda para contribuir com esta transformação revolucionaria que esperamos acontecer desde o governo Jango, através das Reformas de Base", completou. O ato de filiação terá a presença da viúva de Jango, Maria Thereza Goulart, mãe do escritor.

Nota por *João Vicente Goulart

A LUTA PELO BRASIL EM UM NOVO PARTIDO

*João Vicente Goulart - Escritor-poeta-brasileiro

Obrigado a todos os que manifestaram apoio a esta minha nova caminhada.

Todos sabem que depois de muitos anos de militância no PDT, não foi mais possível minha permanência naquele que outrora fora meu partido, e do qual sou fundador, dado a aliança espúria que continua a manter com o verdugo da história de meu pai, o Presidente Jango, o governo Rollemberg que cassou o terreno do Memorial da Democracia e Liberdade, obra última de Niemeyer para homenagear nossa Constituição golpeada em 1964.

Enquanto a Nação devolve o diploma de presidente da Republica, cassado pelo ditadura, enquanto a Nação presta as honras de chefe de Estado que Jango não teve na sua morte no exílio, enquanto o Congresso Nacional anula a cessão que declarava vaga a presidência da República em 1964, o governo de Brasília cassa Jango pela segunda vez, ao cassar o terreno que homenagearia o povo brasileiro e sua democracia, com o nome do Presidente João Goulart; tendo lamentavelmente, os trabalhistas do PDT, que continuam mantendo a aliança com os traidores da história de meu pai, um homem dos trabalhadores brasileiros.

O Partido Pátria Livre está nos dando a oportunidade de restabelecer com dignidade a luta nacionalista por um Brasil mais brasileiro, menos espoliativo e com melhor distribuição de riquezas. Somos um partido que ainda não temos deputados ou senadores no Congresso Nacional, somos um partido sem compromisso com a velha política, queremos uma transformação de nossa sociedade com reformas estruturais na economia, nos meios de produção, nas relações midiáticas, no controle de capital estrangeiro, na nacionalização de nossas riquezas estratégicas, do subsolo, da Amazônia e da Amazônia azul.

Queremos a retomada de nossa soberania através da participação efetiva de nosso povo, via a democracia participativa, com os sindicatos nas relações entre capital e trabalho, com conselhos governamentais de políticas públicas nas ações do Estado, com a constante atuação dos movimentos sociais na participação democrática de produção e gestão dos recursos públicos, com a transparência que exige o patrimônio publico, com o respeito à autoridade que emana do povo.

Com a reforma política. Com a reforma agraria, paralisada há anos por ingerência dos latifundiários do setor primário. Da reforma bancaria, para melhor distribuição do crédito e principalmente pela regulamentação em grande escala do microcrédito. O crédito dos bancos oficiais pertencem ao desenvolvimento social.

Lutar pela reforma tributária no sentido reverso do que hoje temos como modelo, desindexando o percentual do imposto de renda sobre os assalariados e criando o imposto ao patrimônio, tributo mais do justo que seja pago pelas grandes corporações.

O Partido Pátria Livre é um instrumento de luta, formador e valorizador dos quadros nacionalistas, trabalhistas, socialistas e humanitários.

Tenho meus amigos, a certeza que ainda me restam anos de luta pela democracia, pela justiça social e pelos direitos humanos do povo brasileiro, e tenho forças ainda para contribuir com esta transformação revolucionaria que esperamos acontecer desde o governo Jango, através das "Reforma de Base".

Não acredito que com conceitos meritocráticos poderemos vencer as injustiças que pesam sobre as desigualdades de nosso povo. Não acredito que o mercado dará chance a uma educação pública e gratuita para todas as crianças e jovens brasileiras, mediante a privatização da educação básica. Não acredito que a saúde publica, possa ser dirigida por seguros médicos populares e ou por administrações de OS´s que nada mais são que terceirizações da administração com recursos públicos. Não acredito que o desenvolvimento da ciência e tecnologia, ficará em mãos da Nação enquanto o lucro prioriza nossa indústria química e farmacêutica com patentes estrangeiras extraídas de nossa biodiversidade.

Serenamente escolhi o programa do Partido Pátria Livre, como um instrumento de luta de transformação nacionalista para o Brasil, nesta nova etapa de minha vida, pelo seu programa e pelo exemplo de sua resistência à ditadura.

Vamos lá! Lutar e morrer pela Pátria não é pouca sorte para ninguém! 
Enquanto houver esperança haverá luta!

O caminho é a Pátria Livre!

*João Vicente Goulart
Escritor-poeta-brasileiro

 

 

São Paulo, 28 de Março de 2017

INTEGRAÇÃO HISTÓRICA: PPL E PAI

 

Em reunião histórica realizada na cidade de São Paulo no dia 28 de março de 2017, sediada à Rua 24 de Maio, no. 250 no bairro República, dirigentes do Partido Pátria Livre e do Partido das Pensionistas, Aposentados e Idosos do Brasil, decidiram celebrar a fusão das duas legendas com objetivo de fortalecer a luta social e nacional do povo brasileiros neste momento crítico de degradação moral e política e de destruição de conquistas e direitos da população, como a Previdência Social e a Legislação Trabalhista.

Em virtude do PPL já estar organizado política e legalmente, a fusão se dará mediante a filiação ao PPL dos dirigentes e militantes do PAI, lidados às federações e associações de aposentados do país afora.

Também foi deliberada a participação das lideranças do movimento de aposentados nos diretórios municipais, estaduais e a nível nacional.

Proclamam os dirigentes partidários que os princípios que orientarão a atuação do partido estão consubstanciados no Manifesto a Nação, aprovada em Congresso do Partido Pátria Livre e que os integrantes do PAI subscrevem, que expressam os ideais comuns em defesa dos direitos do povo brasileiro e dos valores e do patrimônio do país, na linha do nacionalismo, do trabalhismo e do socialismo.

Eleições 2016

Eleição: partidos decadentes contra partidos em ascensão

*Fonte Jornal Hora do Povo

PT, PMDB, PSDB e Dem tentam estabelecer casuísmos para conter crescimento do PHS, PPL, PSOL e outros partidos, de preferência eliminá-los. Chamam isso de “reforma política”. Se houver só eles, será mais fácil roubar e amealhar propinas

Aqui, nesta página, estão os resultados da última eleição para vereadores, ocorrida no último dia dois, para cada partido existente no país. Já publicáramos, em nossa edição de 5-6 de outubro, os resultados para prefeito.

Não há, para quem assiste TV, ouve rádio ou lê esses jornais e revistas que alguns ainda chamam de “grande imprensa” (cada vez menor, por sinal), conversa mais repetida nos últimos meses que a história de que o Brasil tem partidos demais, que é preciso uma “cláusula de barreira” que elimine a maioria dos partidos que hoje existem, porque assim não é possível governar nem ter eleições “racionais”, etc., etc.

Algo estranho, esdrúxulo e excêntrico, talvez esotérico: o país sofre com uma política econômica perversa desde o governo Dilma; há 12 milhões de desempregados (provavelmente mais, pois a tendência das atuais estatísticas é mascarar parte do desemprego); as empresas nacionais estão falindo ou fechando na ordem de dezenas de milhares; o Tesouro é sangrado por juros inteiramente loucos; só os bancos e alguns outros rentistas conseguem amealhar dinheiro; a indústria está acabando; mas, dizem esses gênios, o problema do Brasil é o número de partidos.

Países menores do que o Brasil têm uma florescência partidária - a França, com 35 partidos; a Inglaterra, com 20 partidos; a Itália, com 44 partidos; a Alemanha, com 17 partidos; e estamos contando apenas os partidos nacionais – sem que ninguém tenha por lá descoberto que isso atrapalha a nação.

Nós mesmos, no Brasil, tínhamos, antes de 1964, 22 partidos legalizados - e só a ditadura é que se incomodou com isso.

O interessante é que os principais paladinos dessa campanha contra a liberdade partidária no Brasil, são o PT, o PMDB e o PSDB – com a mídia e sua banda de barulhos.

O que há de interessante é que esses partidos são aqueles que ficaram indelevelmente marcados pelo roubo do dinheiro e da propriedade pública; são aqueles que infelicitaram e infelicitam o país com sua política antinacional, antipopular, antidemocrática.

São aqueles, enfim, que estão em plena decadência, como a tabela desta página demonstra. Ao que parece, a teoria (?) é a de que se houver apenas dois ou três partidos, quatro, talvez, será mais fácil aos monopólios financeiros, sobretudo aos externos (mas também às Odebrechts da vida), subornar para impor políticas contra o país, contra o povo, e, mais ainda do que hoje, arrancar o couro dos brasileiros.

A Lava Jato é a prova do que acabamos de afirmar. A outra é o fato do sr. Renan e do PT estarem tão empenhados nessa suposta “reforma partidária”, cujo objetivo é atacar a democracia, que já está bastante prejudicada com os ataques à Constituição de 88 acontecidos após 1990. Querem que o país seja menos democrático para (e por) submetê-lo aos seus corruptos desígnios.

Agora, vejamos a tabela desta página. As eleições para vereador são o principal indicador das tendências políticas – e, inclusive, das deformações impostas ao resultado pelos casuísmos da “reforma” eleitoral empreendida pela aliança Cunha/PMDB-PT-PSDB, assim como de algumas anteriores, que agora querem piorar, com a exclusão de partidos.

A reforma de Cunha/PT diminuiu o tempo de TV dos partidos menores e estabeleceu uma série de odiosas restrições à campanha eleitoral, cujo único objetivo é beneficiar os partidos e candidatos que têm mais dinheiro. São restrições que nem a ditadura estabeleceu.

Ao examinar os dados publicados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nosso principal problema foi pensar a forma de expô-los que mais refletisse a realidade, portanto, a verdade. Listas, frequentemente, são confeccionadas para esconder a realidade (ou a verdade), ao invés de revelá-la. Ao fim e ao cabo, um dos dados acabou por se impor e determinar a ordem em que apresentamos esses resultados: o total de votos válidos.

Em quatro anos, o total de votos válidos – a soma dos votos no partido (voto na legenda) com a soma dos votos em candidatos a vereador (votos nominais) - diminuiu, ao invés de aumentar.

Resumidamente, na eleição de 2012, houve 105 milhões, 932 mil e 358 votos válidos, ou seja, eleitores que sufragaram um candidato ou um partido. Na eleição de 2016, esse número reduziu-se a 105 milhões, 914 mil e 549 votos válidos, ou seja, houve uma redução de 17 mil e 809 votos. Alguns leitores poderão pensar que foi pouca coisa – ainda que em quatro anos. Mas não é verdade, pois o eleitorado (o conjunto de pessoas aptas a votar) aumentou de 138 milhões, 544 mil e 348 eleitores (2012) para 144 milhões, 88 mil e 912 eleitores (2016). Ou seja, enquanto o número de eleitores aumentou em mais 5.544.564 (cinco milhões, 544 mil e 564 eleitores), aqueles que votaram – em um candidato ou em um partido – diminuíram em 17 mil e 809 votos.

É uma brutal diminuição. Esses brasileiros, que formaram o contingente da abstenção + voto em branco + voto nulo, ao contrário das teses (??) petistas e tucanas sobre o assunto, não foram afetados por nenhuma alergia à política.

Pelo contrário, eles estão enojados com a política dominante – não com qualquer política - e não conseguiram perceber, entre os partidos e candidatos, quem os representasse. São votos, aliás, tão válidos (mesmo a abstenção) quanto o que é chamado, oficialmente, de “voto válido”.

Mas, reparemos, mais: O partido que mais perdeu votos para vereador foi o PT, com -5,7 milhões de votos (-48%); depois, o PMDB, com -1,2 milhão (-11%). O PSDB e o DEM, supostamente vozes da oposição, no conjunto do país, estagnaram: o aumento de sua votação nacional para vereador foi ínfima: +0,09% (PSDB) e +0,68% (DEM).

Em seguida, temos um contingente de partidos que aumentaram sua votação: o PPL (+43,51%), partido que, em termos proporcionais, mais aumentou sua votação para vereador, o PSOL (+16,40%), o PHS (+35,71%), o PTN (+26,46%) e alguns outros. Existem, também, aqueles que não existiam em 2012 (REDE, PEN, PROS, SD, PMB e NOVO) e que tiveram desempenho promissor.

Nitidamente, nós estamos diante de uma tendência, aliás, duas: alguns partidos estão em decadência e outros estão em ascensão. Não estamos discutindo aqui qual é a ideologia ou a política de cada um. O importante é verificar que alguns partidos avançam na representação de determinadas faixas do eleitorado (portanto, da população) e outros recuam e caem na preferência do eleitorado.

São exatamente os partidos em decadência (PT, PMDB, PSDB, DEM, principalmente) aqueles que querem estabelecer regras para restringir o crescimento – no limite, e de preferência, eliminar – os partidos que estão em ascensão. Esse é o sentido do que essa camarilha denomina, enganosamente, “reforma partidária”.

Querem estabelecer mais casuísmos – de um tipo que nem o hediondo Armando Falcão, ministro da Justiça (?) da ditadura, ousou em sua lastimável carreira – para impedir a sua queda, contra a vontade do povo, que quer vê-los pelas costas (ou na cadeia, no caso do pessoal mais indignado). A questão é que isso não costuma – e não vai - dar certo.

Mais fácil, se persistirem nesse intento, é serem derrotados pela raiva popular – ou uma parcela crescente do eleitorado buscar uma solução para o país, e para si próprio, fora de eleições viciadas, que levariam apenas à reiteração de um statu quo que já cansou, e exacerba o povo além da sua paciência e tolerância.

C.L.

Eleições 2016

PPL-CE destaca a eleição de três vereadores em Fortaleza

Fonte: Jornal Hora do Povo

O Partido Pátria Livre elegeu no último domingo (2), nas eleições municipais 2016, três vereadores em Fortaleza, capital do Ceará.

Os eleitos foram Esio Feitosa com 5.466 votos, Gardel Rolim com 5.107 votos, e Larissa Gaspar com 4.445 votos.

O presidente do PPL do Ceará, André Ramos agradeceu aos “mais 107 mil eleitores cearenses que votaram no Partido Pátria Livre em 36 cidades do estado nessas eleições municipais”. E parabenizou “os 9 vereadores eleitos em cinco cidades, em especial as vereadoras Larissa Gaspar em Fortaleza e Emiliana Luna em Umirim, que representaram a força e garra das mulheres do PPL. O destaque do Partido na capital Fortaleza em que obtivemos 75.379 votos, elegendo três novos vereadores e no Juazeiro do Norte com 13.033 votos elegendo dois vereadores na terra do Padim. E por último, agradecer, parabenizar e destacar o empenho de toda Direção Estadual para o crescimento do Partido nesse período”, destacou André Ramos.

CAPITAIS

Em Macapá, capital do Amapá, o PPL reelegeu André Lima para a Câmara Municipal, com 2.534 votos.

Quero agradecer pelo apoio imensurável de cada uma das pessoas que acreditou no nosso projeto e que reconheceu um #MandatoCidadão de lutas e conquistas para quem mais precisa. O trabalho, no entanto, não acabou. Ele está apenas começando”, disse André Lima.

O Partido Pátria Livre elegeu vereadores em cinco capitais. Em Manaus (AM), Dr. Ewerton Wanderley, em Palmas (TO), Ivory de Lira e em Maceió (AL), Francisco Sales. O PPL cresceu 8,2% em relação a última eleição municipal, em 2012, passando de 146.686 votos para 158.650 votos.

PPL declara apoio a Freixo

2º turno/eleições2016.

O vice-presidente do Partido Pátria Livre (PPL), ex-deputado Vivaldo Barbosa, anunciou na última quinta-feira, dia 6, junto com sua legenda, que apoiará a candidatura de Marcelo Freixo (PSOL) para prefeitura do Rio de Janeiro.

Quanto ao adversário, a coligação declarou que não compactua com a forma de governo, que pratica uma política neoliberal de arrocho em cima dos trabalhadores , e sufoca a economia brasileira. “As forças conservadoras estão avançando no Brasil. Em momentos de crise, há sempre o perigo de se descambar para o obscurantismo e o fundamentalismo atrasado e primitivo. A outra candidatura [do bispo Crivella], com as forças políticas que reúne, é o caminho para isto”.